Sigo doendo, e dói no coração.
Coração vivo é coração ferido e inquirido.
E todos nós somos feridos.

Fé é a relíquia mística nos dada como herança pela Coragem. É ela quem nos permite, como ancoragem, assegurar e segurar nossas mentes e almas em um pêndulo, do tempo êmulo, na beira sem eira do abismo, do receptáculo escurecido pelo nada saber perante o Niilismo.

Temos fé no caminho vivo porque tememos a morte. Mas sem sabermos calcular medidas, tempos e espaços reais, como ter certeza de que já não estamos mortos e temendo o renascimento enquanto classificamos umbrais?

O amor é fogo que mantém a fé.
Se tu, não consegues ter fé na fé, pelo menos não afaste-se do fogo.
Permaneças no amor, como o alimento permanece no fogo, até estar pronto, rematado, arrematado.

O amor é o fogo que mantém a fé.
Eu, sigo doendo, no coração.
Pois a fé cresce aqui dentro a cada dia.
É fogo alto então.
Sigo doendo.
Por mim, por ti, por Deus, por nós

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